Seguidores da Ocupação

quarta-feira, 29 de março de 2017

Ocupação Cultural realiza primeira edição 2017 em Cachoeira

O Pouso da Palavra, em Cachoeira, recebeu na última sexta, 17, a primeira edição da Ocupação Cultural realizada em 2017. Numa noite dedicada à arte, com destaque para a música, o teatro e a poesia, o evento contou com o lançamento do livro “Da mata ao céu”, da poetisa Clarice Marcon, recital e performances de artistas das cidades de Candeias, Salvador, Cachoeira e Valença. “A Ocupação já se consolidou em Valença e vem ganhando espaço cada vez mais em Cachoeira. Por isso realizamos essa edição inicial no Pouso da Palavra. Em Valença, numa parceria firmada com o Centro de Cultura, voltaremos em março para, mais uma vez, comemora o mês do teatro” – declarou Adriano Pereira, idealizador da Ocupação. Otávio Mota, coordenador do Centro de Cultura de Valença, mais uma vez presente, participou com poesias e da leitura dramática do Texto Tienhe Dendê. "A literatura, o teatro, a música, a dança, a cultura popular, vem marcando de forma forte a "Ocupação Cultural" e não foi diferente em mais uma edição na cidade de Cachoeira. Artistas emergentes juntaram-se a nomes já consagrados numa mostra plural, onde as gerações interagem disseminando e potencializando a cultura Valenciana, na sua diversidade" – afirmou o poeta. Bárbara Uíla, poetisa cachoeirana, que também recitou, declarou que “foi uma noite memorável, com a presença de vários artistas, alguns de Valença e artistas locais que apareceram pra prestigiar. Junto com a ocupação teve o “cartas na manga” roda de poesia que reúne escritores pra discutir o processo da escrita, o que foi muito produtivo pois tinham pessoas novas afim de falar seus textos, e dentre tudo isso a musica -performance-poesia tomou conta da noite que terminou com todos muito satisfeitos!” Para o violonista Rafique Nasser, que já participou de outras edições da Ocupação, pela primeira vez em Cachoeira, "Estar em Cachoeira, na ocupação cultural e na casa de Damário da Cruz é um desbunde. Extasia quem assume o papel de artista. Incentiva os que buscam o preenchimento a partir da arte, vez que Cachoeira passou além do conceito científico de cidade e é um projeto poético-arquitetônico, onde quase tudo que há nela poderia ser versado pelos múltiplos poetas que lá têm. A cidade, acompanhada da Ocupação Cultural, é uma ebulição de cores, melodias e palavras". O dramaturgo Chico Nascimento, também pela primeira vez na Ocupação em Cachoeira, afirmou que a Ocupação Cultural no Pouso da Palavra foi uma demonstração da força da diversidade pelas vias da Arte. “A Ocupação em Cachoeira foi um jeito bom de encontrar gente que faz arte, de acontecer arte em um espaço sagrado onde a profana poesia da boca se enraíza na boca sagrada de Damário Dácruz, uma luz poética que sobrevive a qualquer tempo e faz correr no manto do Rio Paraguaçu o néctar que alimenta poetas de todxs os santos, inquices e orixás... cantando, dançando, ouvindo o som da Bahia que se mistura aos acordes de todas as bocas solfejadas pela Ocupação Cultural de Valença em todos os cantos” A Ocupação contou ainda com a presença da poetisa de Candeias, Marinalva Freitas, acompanhada de seu filho, o músico Márcio Gualberto que encantou a todos executando peças em seu cavaquinho; do grupo Novos valencianos (Everton Bacella, Evenny Quéren e Sulivan Andrade), com a performance “Bolsolixo”; além das Secretárias de Cultura (Janete Vomeri) e Juventude ( Jéssica Brandão), acompanhadas de suas equipes. O evento teve o apoio da Prefeitura de Valença, Ifbaiano e o mandato do Vereador Adailton Francisco, além da parceria com o Centro De Cultura/DEC/SECULT-BA.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Ocupação em Defesa da Cultura

Um encontro em defesa da cultura reuniu os presentes na última Ocupação Cultural. Realizada no Centro Cultural Olívia Barradas no último sábado, 29 de maio, a Ocupação, que já acontece há mais de 7 anos é um sarau gratuito envolvendo as múltiplas linguagens artísticas e já realizou edições em diversos espaços como escolas, universidades e centros culturais à exemplo do sebo Praia dos Livros em Salvador, UFRB, em Santo Antônio de Jesus e Pouso da Palavra, em Cachoeira. Em Valença, o movimento que acontecia quinzenalmente às sextas, no Centro de Cultura, ainda não havia acontecido este semestre e estava programado para se iniciar com o tradicional “Forró dos Artistas”, no dia 2 de Julho, porém, segundo seu idealizador, o poeta Adriano Pereira, “a Ocupação foi antecipada devido a esse grande momento que o país está vivendo. Fortalecendo a luta que vem acontecendo em todo o Brasil com a ocupação do MINC, aproveitamos o feriado prolongado e, de forma, celebrativa, voltamos a nos reunir. A ideia foi também fortalecer outros movimentos como o coletivo “meu black”, que, durante todo a tarde realizou oficinas e apresentações no centro de cultura. Outra cultura local presente foi a Quadrilha os Esfarrapados. Fundada no ano 1990, na escola municipal Samuel do vale Lacerda para animar a festa de são João da escola, neste mesmo ano foi a 2 colocada no campeonato de quadrilhas do SESI Valença com o tema “as máquinas falam o suor do trabalho”. Daí por diante começou uma trajetória de campeonatos que lhe rendeu 20 títulos de campeã em Valença. Há três anos é filiada a Febaq (Federação Baiana de Quadrilhas) representando o município. De Valença. Formada por 60 pessoas sendo 40 dançarinos, a Esfarrapados este ano homenageia a Festa do Amparo com o tema “minha procissão é no asfalto, minha igreja é no alto”. Mas corre o risco deste ano não participar do circuito quadrilheiro que já se inicia no dia 04, com o Forró do Galinho por falta de recursos. A quadrilha está realizando pedágios na cidade de Valença à procura de apoio. Para o teatrólogo e arte-educador Chico Nascimento, presente desde a primeira edição, “A Ocupação Cultural de Valença, criada pelo artista Adriano Pereira, tem a força aglutinadora da arte revolucionária da gente criativa do Baixo Sul da Bahia. Mantém portas abertas a todo tipo de manifestação artístico-cultural. Ocupar e conjugar o verbo na sua intensidade poética, derivar o humano da humanidade literária.”. Pra que serve a Ocupação? – questiona Chico – “Para revolucionar as cabeças de quem acredita na força da Arte! O tempo é um senhor soberano que não distingue linguagens, mas revela-se na diversidade de quem quer ocupar e rimar luz e ação com liberdade! A Ocupação Cultural é a festa lúdica de artistas e plateias, de criadores da contemporaneidade significativa de cada participante. É um misto de vivências e espetáculos, renovando-se a cada novo encontro!” “A ocupação cultural do dia 28 de maio reafirmou a riqueza, a resistência e diversidade que reina na cena cultural valenciana. Em um momento de obscurantismo que reina no país, ela ajuda a nos fazer seguir em frente, mostrando que a arte e a cultura liberta”. - declarou o poeta Ricardo Vidal, co-autor do Manifesto de Lançamento da Ocupação. O mesmo sentimento é partilhado por Zai Pereira, da banda Aimorés, que aproveitou para anunciar o lançamento do seu cd. “Fiquei feliz em participar da Ocupação porque vi uma nova geração de artistas valencianos fazendo o que fazíamos a sete anos atrás. Gente de todas as idades, comungando a arte, reivindicando direitos e compartilhando os seus dons. Como nos versos de Gonzaguinha, 'Eu acredito é na rapaziada que segue em frente e segura o rojão' ". Para Ronaldo Soares, estudante do IFBA e músico, "a ocupação cultural foi um grande projeto e ideia ao reunir artistas de diversas áreas pra um momento de cultura, onde você pode mostrar um pouco do seu trabalho. Contribuir para esse cenário é uma grande experiência, que tive o imenso prazer de ter, agora pela segunda vez, e pra mim é algo de extrema importância também pelo fato de estar adentrando pelos caminhos da arte agora, como musico, cantor e compositor, e me deparar com grandes figuras do cenário cultural de Valença, trocar experiências e ideias com essas pessoas, é um grande ponto pra levar na minha bagagem. Da primeira vez em cachoeira, fui a uma cidade totalmente cultural e boêmia, e foi uma experiência nova da qual sempre irei lembrar, acompanhado de feras da musica e poesia valenciana como o David Terra, Adriano Pereira, Otávio Mota, entre outros, e ter aquele contato com a arte lá em Cachoeira através da Ocupação Cultural, foi algo determinante pra mim. A partir dali vi que minha praia seria essa, agora pela segunda vez aqui em Valença, só ajudou a fortalecer essa convicção em mim". Da mesma opinião é Vandame Portuguez, ele que é aluno da Escola Municipal Augusta Messias, no bairro da Urbis e também participou da Ocupação em Cachoeira, desta vez acompanhou também a divulgação nas rádios locais e cantou no último sábado. “Foi mais uma experiência muito boa pra mim em estar ajudando a fortalecer a cultura Valençiana, com toda essa galera, que vem fazendo a Ocupação Cultural. Pra mim é um prazer enorme”. Para o estudante do IFBA, Manoel Soares, que participou pela primeira vez da Ocupação, “o projeto ocupação foi muito importante pois tive a oportunidade de expor minha poesia. É um espaço super aberto à cultura. Parabenizo a equipe organizadora por tal ideia e espero estar participando do próximo. Da pra ver que é um projeto que quer dar oportunidade para os que nunca tiveram tal oportunidade para expor a sua arte”. Everton Krull, rapper valenciano, também participou pela primeira vez da Ocupação e reafirmou a sua importância. “As pessoas hoje em dia estão se afastando cada vez mais dos movimentos culturais principalmente os regionais, então ter um momento como esse é muito bom” – declarou. “Sempre que posso estou presente na Ocupação Cultural, mas no último sábado fiquei muito feliz em ver que Valença tem um potencial artístico muito grande e isso ficou evidenciado nas apresentações dos jovens artistas, mas também nas dos veteranos. Este contato entre gerações foi emocionante. Muita gente de talento!” – declarou Hilas Almeida. A Ocupação, que contou ainda com as apresentações dos atores Juliano Britto e Geilson Brito, do rapper Filipe Luz e dos jovens Henrique Teixeira e Graciele Coutinho pretende voltar em Julho ao Centro de Cultura de Valença

terça-feira, 31 de maio de 2016

Ocupação Cultural realiza + uma edição em Cachoeira

http://valencaagora.com/intercambio-cultural-entre-cachoeira-e-valenca/ Sábado 30 de Abril os artistas de Valença foram para Cachoeira para uma ocupação cultural no centro de cultura Pouso da Palavra em parceria com o coletivo Transarte. Uma noite cultural muito eclética e poética: Performance, poesia, rock, exposição de pintura e desenhos e o som de Gugui Martinez. O Brasil não é somente branco e a cultura não vem somente do Sul, os artistas da Bahia o demonstram nesse sábado. A arte não tem cor, nem sexo, não tem religião, não tem preconceito, o corpo é livre e a liberdade de expressão sempre tem que predominar. Adriano Pereira, produtor cultural do projeto Ocupação Cultural e idealizador desse intercâmbio entre cachoeira e Valença afirma que a ocupação cultural em Valença já existe a sete anos. "Tive a ideia do projeto e os artistas da cidade abraçaram! Constantemente fazemos residência de artistas no Centro de Cultura de Valença, já fizemos em outros espaços também em Salvador, em Santo Antônio. Sempre manter os intercâmbios entre os artistas. Permite mostrar seu trabalho e também conhecer o trabalho do pessoal daqui.Queria agradecer aos parceiros e parceiras que embarcaram nessa viagem… O artista Everton Bacelia com sua performance. Teve também música com Vandame Portuguez, Ronaldo Soares e David Willyam Troina, Gugui Martinez comandando as pick-ups numa ótima seleção de vinis, poesia com Otávio Mota e Regina Martins… Everton Bacella coreógrafo e bailarino, participou do Balé Folclórico da Bahia (2013), do projeto Sexta em Movimento (Salvador, 2008), tendo feito cursos em Balé clássico e dança afro, entre outros. Everton foi a revelação dessa noite! Ele apresenta uma performance onde o corpo é central. O corpo doente… Com muita força Everton fala da doença Aids tema difícil de tratar dentro de um país ainda muito machista! “A performance SENTENÇA’’ Experimento coreográfico que levanta questões a respeito da relação entre a fragilidade de estar com um vírus que deteriora o corpo, através do enfraquecimento do seu sistema imunológico, e a convivência do portador deste vírus com a sociedade. Encontra-se um corpo em cena: sem gênero, sem rosto, nem identidade definida, costurando uma dramaturgia que vivencia a dor, o medo, a repreensão, o preconceito e os tabus. O que seria, então, mais nocivo ao indivíduo: ser portador de um vírus ou os olhares e gestos que o coloca em um lugar de réu para julgadores que se vestem patronos da moral e, mesmo sem conhecer a complexidade do sujeito, o sentencia a lamúria, a marginalização social e a subalternidade? No corpo do bailarino-intérprete acontece o protagonismo das provocações. Rosângela responsável pelo centro cultura Pouso da Palavra, explica que o espaço tem uma galeria e arte, onde são apresentadas poesia, recital. O café literário, e o quintal de Sócrates onde se apresentam as bandas de música, as manifestações culturais. Uma biblioteca de acesso livre para as pessoas e o ateliê de Damário Da Cruz , ele é o poeta que fundou essa casa. Sempre organizamos eventos culturais. Temos um grupo de poesia que a cada quinze dia se reúne aqui e apresenta seus trabalhos. "Hoje temos a honra de receber os artistas de Valença e também temos o coletivo Transarte de Cachoeira , os dois se juntaram e fizeram essa parceria para apresentar hoje essa programação cultural muito rica". Em entrevista, Otávio Mota diretor do Centro de Cultura de Valença: "Hoje estamos realizando um evento em conjunto, o quarto Transarte convidou o projeto Ocupação Cultural, um projeto do produtor Adriano Pereira, capitaneado pelo Centro de Cultura de Valença e com apoio do IEST e a secretaria de cultura do município. Esse projeto de Ocupação Cultural vem em cachoeira pela quarta vez. Valença tem um potencial muito forte na diversidade de seus artistas , na dança , na música , no teatro . Uma diversidade muito importante para a cultura poder acontecer, é importante que Valença mostre o talento de seus artistas.Sempre estamos em contato com os artistas de Cachoeira e montamos esse intercambio. Dia 6 e 7 de maio no Centro de Cultura de Valença, a CIE do Boco vai se apresentar! David Terra – músico de Valença afirmou ser um prazer imenso estar compartilhando cultura com a população de Cachoeira e seus artistas. "Cachoeira foi o berço da cultura aqui na Bahia. É muito importante esse contato e esse intercambio com os artistas de Cachoeira . Estamos fazendo uma troca; cada um mostrando sua arte! Me apresentar hoje com Otávio Mota foi um prazer enorme porque Otávio é meu mestre . Estou aqui presente pelo convite de Otávio Mota , e também porque estou junto com o BOCÓ que está fazendo esse intercambio junto com nós e que vai se apresentar em Valença nesse próximo fim de semana. Karol Brito Guarani Kaiowá, que faz parte do Coletivo Quarentena junto com Dante Santana e Mari Brandão: Hoje estamos realizando o evento Transarte, a quarta edição junto com o projeto de Ocupação Cultural dos Artistas de Valença. Ficamos muito impressionados com a qualidade do evento e das apresentações dos artistas. Achamos esse intercambio muito importante, é muito rico para a comunidade e os artistas. Texto e Imagens: Jornal valença Agora

terça-feira, 5 de maio de 2015

2ª Edição da Ocupação Cultural em Cachoeira é realizada com sucesso

Após o sucesso da primeira edição realizada em março, no Pouso da Palavra, comemorando o Dia da Poesia, a Ocupação Cultural repetiu a dose neste mês de abril na cidade de Cachoeira- Bahia, desta vez, inserindo-se nas comemorações do centenário de Hansen Bahia. Iniciada ao cair da tarde de sábado com a Feira do Livro Livre, instalada no passeio do Pouso com a Komblibioteca Itinerância Poética e autores independentes como Barbara Uila, que montou um varal de poemas, o evento estendeu-se noite adentro na galeria de artes onde foi aberta a exposição Negra Multicor. Na exposição, que continua no Pouso, aberta à visitação pública, o artista visual Davi Rodrigues expõe 8 trabalhos inéditos com releituras do mestre. Como parte da programação teve discotecagem, comandada por Brenus Tsokas e Felipe Ramos do Na Tora Baile System. Na poesia, Guilherme Salgado, Pedro Do Livramento, Tauã Rafael, Udinaldo Júnior, Laurinha Caldas, Jeferson Batista, RU BI, entre outros, revezaram-se recitando versos de sua própria autoria ou de outros conhecidos poetas. Na música, Gabriel Rodrigues, Guto Ferreira e a Banda Esquizofrenéticas animaram a noite. Acima, Nerize Portela e Gugui Martinez comandaram as projeções mapeadas enquanto as apresentações aconteciam. Para Felipe Ramos, “essa Ocupação Cultural que aconteceu no Pouso da Palavra do último dia 25 trouxe à Cachoeira um movimento que a cidade necessitava a muito tempo, com diversas mostras de arte como pinturas, projeções, poesia e música, fazendo assim reviver no coração da cidade um espírito cultural que nunca morre. Nós do Na Tora Baile System agradecemos profundamente o convite para compor a produção artística do evento e com certeza aguardamos o convite para edições futuras desse evento que irradia a arte no recôncavo da Bahia” –afirmou. O mesmo sentimento é compartilhado pelo ator e poeta Pedro do Livramento, “participar do movimento da ocupação cultural foi uma oportunidade singular de, através de organização de alguns amig@s em torno da produção e divulgação artística, juntamente ao estimulo ao fomento da formação de um público mais afinado à experiências estéticas para além das do mercado, poder encontrar um espaço que dá oportunidade à tod@s de se manifestarem. Numa sociedade onde a competição, a individualidade e o "estelismo" são reforçados e endossados a todo momento, onde muit@s buscam calar vozes dissonantes para se projetarem em status, em função dos silenciamentos de, outr@s, encontrar essas condições favoráveis foi um estímulo para que pudesse retomar a poesia no meu cotidiano. retomando as leituras, as pesquisas e revendo velhos textos engavetados”. O projeto teve uma aceitação tão imediata entre o público que os organizadores já pensam em realizar uma mini-edição ao final da primeira quinzena de maio, quando encerra-se o semestre na UFRB. “Existe também uma conversa com o Pouso para incluí-la na programação dos 15 anos da casa, a ser realizada em junho. Breve estaremos divulgando. Por hora agradecemos a todos e todas que abraçaram a Ocupação na cidade de Cachoeira” – informou Adriano Pereira, idealizador e organizador da Ocupação.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Ocupação Cultural volta em Abril no Pouso da Palavra para comemorar o Centenário de Hansen Bahia

Devido ao sucesso da primeira, realizada em março para celebrar o Dia da Poesia, a Ocupação Cultural realiza mais uma edição no Pouso da palavra, em 25 de abril. O evento começará por volta das 16 horas no Passeio do Pouso com a Feira do Livro Livre e seguirá noite adentro com música, teatro e poesia. No mesmo dia será também aberta a exposição Negra Multicor, com Davi Rodrigues, artista visual cachoeirano, homenageando o centenário do mestre Hansen Bahia. Ao cair da tarde,acontece no passeio do pouso a Feira do Livro Livre.Capitaneada pela KombibliotecaItinerância Poética, na qual acontecerão trocas, vendas, desapegos e doações de livros, além de encontros, diálogos, leituras e roda poemas. A idéia é oportunizar que os convidados, familiares e amigos, disponibilizem os livros “empoeirados” que atualmente apenas enfeitam suas estantes ou repousam em suas gavetas, dando vida e função sociocultural aos livros, libertando-os. Já na Galeria de Artes, Davi Rodrigues homenageia, em 10 gravuras inéditas, o centenário de Hansen. Alemão radicado no Brasil, Hansen Bahianasceu em meio à Primeira Guerra Mundial e foi soldado durante a Segunda. Chegou em solo baiano na década de 50, onde se inspirou na baianidade decantada por Jorge Amado que acabou se tornando a principal referência de seu estilo. Hansen retratou os negros e seu cotidiano, como a relação com o trabalho e filhos, o samba de roda e a Cultura Popular do Recôncavo. Chegou a Cachoeira em 1975, vindo a residir em São Félix, na Fazenda Santa Bárbara, que hoje abriga uma fundação com seu nome. É nesse contexto que o jovem Davi Rodrigues o conhece, aprendendo com ele a técnica da xilogravura. O então adolescente - hoje com 45 anos - é também autor de dois livros e em outras modalidades das visuais tem se destacado nos entalhes em madeira, esculturas em metal e pintura acrílica sobre papel. Premiado como destaque da região na XI Bienal do Recôncavo, já expôs em várias cidades da região, além de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Paris e Espanha. É também conselheiro curador da Fundação Hansen Bahia, presidente da Lira Ceciliana e idealizador do Arame das Artes. A noite segue ainda com a Ocupação Cultural onde o artista visual Gugui Martinez realizará Projeções Mapeadas e Felipe ramos comanda a discotecagem do NaToraBaileSystem; a música ao vivo é da banda Esquisofrenéticas , formada por estudantes do CAHL/UFRB. Também já confirmaram presençaEnnus Calmon de Cachoeira e Matheus Santana deValença. Na poesia, Alan Félixde Salvador, Adriano Pereira de Valença, Clarice Marcon de São Paulo, Guilherme Salgado deBelo Horizonte, Uíla Bárbara de Serrinha e Otávio Mota também de Valença animarão o sarau com a presença de outros poetas convidados. Localizado na Praça da Aclamação, em Cachoeira, o Pouso da Palavra éfruto de um antigo sonho do poeta DamárioDacruz. Um espaço criado para arte e pela arte. Funcionando em um sobrado do século XVIII, no coração de Cachoeira, o Pouso realiza atividades de fomento e estímulo à produção artística da região do Recôncavo, nas suas mais diversas manifestações. O espaço, que foi inaugurado em junho de 2000, é hoje um importante centro de arte e uma das referências para o turismo da região. Atualmente, o Pouso da Palavra abriga uma Biblioteca/Ponto de Leitura, uma galeria de arte, um espaço para apresentações musicais, uma loja e um charmoso café, além do ateliê do poeta Damário Da Cruz. Entre as principais atividades desenvolvidas estão exposições de artes visuais, lançamentos literários, apresentações musicais e teatrais, e recitais de poesia. ]O espaço abriga ainda debates, palestras, cursos e oficinas, sempre tendo a arte como tema central.]

quarta-feira, 25 de março de 2015

OCUPAÇÃO CULTURAL CELEBRA DIA DA POESIA EM CACHOEIRA

Em um fim de semana movimentado, o Pouso da Palavra, na cidade de Cachoeira-Bahia, comemorou o Dia da Poesia. Com dois dias de programação, as atividades foram abertas na sexta, 13, com a Feira do Livro Livre, tendo continuidade no sábado, 14, com a Ocupação Cultural reunindo um grande número de participantes das mais diversas localidades e modalidades artísticas. Na sexta, 13, aniversário de emancipação da cidade, ao cair da tarde, além da Kombiblioteca Itinerância Poética, músicos e escritores reversaram-se no passeio do Pouso cantando ou declamando composições de sua autoria ou clássicos da literatura e do cancioneiro popular. Os que pararam no local puderam também adquirir a preços populares livros dos mais diversos autores. No sábado, 14, dia da Poesia, a Ocupação Cultural tomou conta do Pouso. Na galeria do espaço, a exposição coletiva de Artes Visuais com obras de Nem Cardim, Otávio Mota, Juliano Britto, J. Pincel, Jessé, Adriano Pereira, Horácio e Gugui Martinez, convidava para adentrar o espaço onde houve lançamento de livros e um sarau aberto pelo grupo infantil Rouxinol. Residente na Casa de Barro, o grupo emocionou a todos com suas crianças recitando desde Cecília Meireles a Damário da Cruz, não deixando de homenagear também Castro Alves. A noite seguiu com muita música e poesia dos mais variados estilos e teve ainda a participação do Coletivo Passarinha, além dos poetas e poetisas Alan Félix, Clarice Marcon, Otávio Mota, Jefferson Brandão, Valdeck Almeida de Jesus, Luiz Menezes de Miranda, Karol Britto, Uíla Bárbara, Quirino, Jorge Chuim e Adriano Pereira. Na música marcaram presença Matheus Santana, Everaldo Júnior, Dante Santana, Mariana Brandão, entre outras. O teatro foi representado através das performances de Pâmela Vilanova (Helena Vadia), Kaik Rodrigues e Lucas Alves. Abaixo alguns depoimentos de participantes da Ocupação em Cachoeira: Foi na Ocupação Cultural que eu me encontrei como artista, reconheci a importância da cultura popular e passei a gostar ainda mais das Artes. A Ocupação em Cachoeira me trouxe um pedaço da minha terra, meus velhos amigos, novas amizades, gente unida pela poesia, teatro e música. Cachoeira ferve cultura popular e a Ocupação Cultural faz parte desse grande movimento que só cresce e faz bem. Jamile Menezes - Valença Foi gratificante estar num lugar mágico, em que a atmosfera é poesia pura, juntamente com outros artistas da palavra, contribuindo para o engrandecimento da literatura. Adorei rever amigos, reencontrar outros, contribuir com a leitura de textos de minha autoria e ouvir outros poetas declamando suas criações. Valdeck Almeida de Jesus - Jequié Foi com imensa alegria que pudemos vivenciar na tarde sábado,na galeria de arte e espaço cultural Pouso da Palavra ,uma verdadeira comunhão de artistas comprometidos em transformar os espaços em algo ativo no sentido sensível , cada um com sua arte deixando um pouco de si ali . Com certeza ficará marcado no coração de todos que estiveram lá a certeza de que é possível um mundo com mais liberdade de criação sem convenção social, criar na cara e na coragem. Evoé ! Uíla Bábara – Serrinha A Ocupação Cultural pousou no lugar certo, embora acredite que por ser uma OCUPAÇÃO deve estar pousando em diversos lugares. Mas, parecia, ali, um lugar que ela (re)nascia com toda a vitalidade da juventude. Nossos olhos não puderam ficar parados um só instante, dada a magia do lugar...se íamos para o banheiro, encontrávamos arte, se íamos olhar a rua, mais uma dose de arte pelo caminho. Foi a melhor ocupação que já estive. Gerusa Sobreira - Salvador Poesia. Viver coletivamente a poesia, ocupar espaços significante e com ela alimentar a alma..Assim foi o dia 14 de março, no Pouso da palavra.. Almas alimentada de pura e poesia, recheada de arte e acolhedora arte musical." Feliz e presente sempre... Acely Araújo – Casa de Barro A ocupação cultural promoveu a cultura e suas diversas linguagens, como outrora na cidade Cachoeira, principalmente no Pouso da Palavra, templo maior da promoção da arte na cidade Alan Félix- Salvador Atentando um convite de Adriano Pereira, que promoveu no Pouso da Palavra, um encontro entre poesia, música, teatro e outras artes, me fiz presente. Há tempos vinha esperando uma oportunidade desse tipo, participar de um evento nessa Casa tão significante para o cenário Cultural. Lá estive nesse sábado, justamente no dia Nacional da Poesia, 14 de março. A arte reinou no seu contexto geral. Iniciativa que deve ser repetir outras vezes. A OCUPAÇÃO aconteceu no embalo de música, teatro e poesia, e muita gente bonita. Uma noite para ser repetida e fincada no calendário da Literatura Baiana. Luiz Menezes de Miranda – Salvador

quarta-feira, 4 de março de 2015

DIA DA POESIA TEM OCUPAÇÃO EM CACHOEIRA

Inserindo-se nas festividades de aniversário da heroica cidade de Cachoeira, o Pouso da Palavra abre suas portas nos dias 13 e 14 de março para celebrar a literatura. Na sexta, 13, a partir das 17 horas, no passeio do Pouso acontece a Feira do Livro Livre. Já no sábado, dia da poesia, a partir das 18 horas, o Pouso recebe a Ocupação Cultural. A Feira do Livro Livre é uma parceria entre o Pouso da Palavra e a Itinerância Poética, nesta feira acontecerá trocas, vendas, desapegos e doações de livros, além de encontros, diálogos, leituras e roda poema. Venham todas e todos, tragam seus familiares e amigos, tragam também os livros “empoeirados”, que atualmente apenas enfeitam estantes ou repousam em gavetas, dê vida aos livros, liberte-os. A Ocupação Cultural, que consiste na verdade num sarau lírico-pictórico-musical acontece já há 6 anos, gratuitamente, na cidade de Valença reunindo diversos poetas, escritores, músicos, bailarinos e artistas dos mais diversos segmentos culturais e tem como sua principal marca a diversidade. É um espaço aberto onde cada artista é convidado a participar mostrando seu trabalho. Sem restrições, novos e velhos se integram numa celebração cultural, tendo a liberdade como seu mote. Após percorrer escolas, universidades do interior e da capital baiana, a Ocupação chega à cachoeira, no Pouso da Palavra. Fruto de um antigo sonho do poeta Damário Dacruz, o Pouso da Palavra é uma espaço criado para arte e pela arte. Funcionando em um sobrado do século XVIII, no coração de Cachoeira, o Pouso realiza atividades de fomento e estímulo à produção artística da região do Recôncavo, nas suas mais diversas manifestações. O espaço, que foi inaugurado em junho de 2000, é hoje um importante centro de arte e uma das referências para o turismo da região. Atualmente, o Pouso da Palavra abriga uma Biblioteca/Ponto de Leitura, uma galeria de arte, um espaço para apresentações musicais, uma loja e um charmoso café, além do ateliê do poeta Damário Da Cruz. Entre as principais atividades desenvolvidas estão exposições de artes visuais, lançamentos literários, apresentações musicais e teatrais, e recitais de poesia. O espaço abriga ainda debates, palestras, cursos e oficinas, sempre tendo a arte como tema central. É neste cenário que a Feira do Livro Livre e a Ocupação Cultural ocorrerão celebrando o dia da poesia e promovendo um encontro entre poetas. A abertura da Ocupação será às 18 horas com o grupo Rouxinol, formado por crianças da Casa de Barro. Entre os poetas que confirmaram presença estão Adriano Pereira, Allan Paixão, Guilherme Salgado, Felipe Ricarte, Otávio Mota, Ricardo Vidal, Valdeck Almeida de Lima, entre outros. Na oportunidade será também lançado o livro de poesias “4 Ases e 1 Coringa” – coletânea de poetas valencianos e aberta uma exposição coletiva de artes visuais com Gugui Martinez, Nem Cardim, Otávio Mota, Juliano Britto, J Pincel, Adriano Pereira e Jessé Delta. A mostra permanece até 14 de Abril para visitação.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Ocupação comemora Dia do Teatro e do Circo

O C C Olívia Barradas abrigou na última sexta, 28, mais uma edição da Ocupação Cultural. Comemorando o Dia do Teatro e do Circo, a abetura ficou por conta dos tambores do Mestre Josué Firmo Firmo, da Associação Um Pequeno Passo para um Grande Salto. Na poesia, Otávio Mota relembrou os malabaristas, atiradores de faca e a lona do circo num belíssimo poema intitulado "O Circo". Francisco Nascimento, membro do Colegiado de Teatro da Bahia, veio diretamente de Ibirapitanga e improvisou com Marinaldo Coutinho uma esquete bastante humorada usando excertos do cancioneiro popular. A poesia marcou ainda presença com Crisol e Lucas Santos Caféé. Talvez, os momentos mais emocionantes tenham sido quando as "caretas contemporâneas" de Gugui Martinez, adentraram o salão ao som do Hino Nacional tocado por tambores. Por fim, Marcelo Nofri, brindou a todos com uma composição de sua autoria sobre a Praia de Guaibim. A Ocupação teve o apoio do IFBA, IFBAIANO e DIREC 5 e contou ainda com a presença de dois vereadores da cidade de Ituberá, além do colunista do Valença Agora, Roqe Rom. Sobre as caretas, Gugui Martinez, relembrou o desfile de Caretas da Zambiapunga, que saia na noite de 31. "Quero recuperar essa manifestação que há mais de 30 anos não sai em Valença"

segunda-feira, 24 de março de 2014

Ocupação Cultural Nesta Sexta comemora Dia do Teatro e Circo

Entre outras surpresas, na Ocupação Cultural desta sexta, 28, no C C Olívia Barradas, nas artes visuais teremos a abertura da exposição Caretas Contemporâneas, de Gugui Martinez. Assim, como em Cachoeira, as caretas serão recebidas ao som de tambores. Que ruflem os tambores, sob a batuta do mestre Josué Firmo Firmo, e dos meninos e meninas da Associação Um pequeno Passo Para Um grande Salto. Na poesia, já confirmaram presença Sarah (Gandu-Ba), Otávio Mota, Lucas Santos Caféé e Larissa Pereira Na música, Marcelo Nofri, chega, diretamente da Itália e pretende reunir Fred Crispim e Matheus Santana para lançar a ANARCOMANGUE No mês do Teatro, o representante do Baixo Sul no Colegiado de Teatro da Bahia, Francisco Nascimento, agora em Ibirapitanga, já confirmou presença. E vc? Vai perder? "Milagres acontecem quando a gente vai ä luta" - O teatro Mágico